Ciências em ação
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Curso
Queridos amigos, a segunda parte do curso esta demais, tem vídeos muito interessantes. Participem!
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
“SER HUMANO E SAÚDE- SAÚDE UM DIREITO DA CIDADANIA”
7º ANO- 4º BIMESTRE
“SER HUMANO E SAÚDE- SAÚDE UM DIREITO DA CIDADANIA”
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5- A LEISHMANIOSE E O COTIDIANO DAS PESSOAS
Esta Situação de Aprendizagem propõe a sensibilização dos alunos perante a grande incidência de casos de Leishmaniose. Por meio de visitas à residências próximas ao local da Escola, os alunos acompanharão o trabalho dos Agentes de Vigilância Epidemiológica da cidade, observando a realização da coleta de sangue e posterior análise dos resultados obtidos. Com base, em dados gráficos sobre a situação da Leishmaniose no país, os alunos também confeccionarão os gráficos com as informações da região. Tornando-se os alunos, multiplicadores e agentes de prevenção da doença.
TEMPO PREVISTO: 5 aulas
CONTEÚDOS E TEMAS: A Incidência da LEISHMANIOSE na região da Alta Paulista
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES: (G I) Observar e identificar as ações dos Agentes de Vigilância Epidemiológica no seu trabalho de prevenção cotidiano; (G III) Relacionar informações representadas de diferentes formas e conhecimentos disponíveis em situações concretas para construir argumentação consistente; Interpretar gráficos.
ESTRATÉGIAS: Pesquisa individual sobre o tema; Visita à residências acompanhadas dos Agentes de Vigilância Epidemiológica; Questionário de acompanhamento da visita.
RECURSOS: Internet, Visitas acompanhados dos Agentes de Vigilância Epidemiológica; Confecção de Gráficos e Tabelas com as informações da região; Questionário de Acompanhamento da Visita.
AVALIAÇÃO: Elaboração do Teatro para sensibilização dos alunos sobre o problema da LEISHMANIOSE na região.
Roteiro da situação de aprendizagem 5
A maior parte dos procedimentos desta situação de aprendizagem está relacionada a incidência da Leishmaniose no Brasil. O trabalho a ser desenvolvido, cerne para que os alunos possam verificar sobre a incidência da Leishmaniose na região da Alta Paulista.
Os alunos terão neste momento, contato com as formas de transmissão, sintomas, diagnósticos e prevenção. Ficando a : antes ou depois dos procedimentos.
Visita Monitorada com os Agentes de Vigilância Epidemiológica
Você organizará a visita monitorada, com o apoio da Vigilância Epidemiológica da sua cidade, bem como entrega de panfletos informativos sobre a Leishmaniose. Preenchimento de questionário previamente elaborado para a visita.
Construção de um Gráfico
Você construirá com sua turma um gráfico com as informações obtidas na visita com os Agentes de Vigilância Epidemiológica.
Sondagem
Após a montagem do gráfico, instigue os alunos sobre o que eles conseguiram observar com a visita.
a- Como se apresentava a maioria dos quintais/terrenos visitados?
b- Como foi a recepção das famílias aos Agentes de Vigilância e os alunos?
c- Há muitos animais abandonados pelas ruas da cidade?
d- Como foi o procedimento do teste de sangue dos animais?
e- O que você achou de importante nesta visita?
Contextualização
Discuta com os alunos as atitudes que a população deveria praticar para erradicar a doença. Os alunos podem apresentar várias maneiras para resolver a problemática da incidência da doença nas áreas maior risco da cidade. Oriente a classe para registrar todas as idéias/observações levantadas pelos alunos.
Busca de dados de forma diversificada
Use uma aula para discussão dos gráficos de incidência da Leishmaniose no estado de São Paulo e no Brasil. Leve os alunos para a sala do Acessa Escola para que possam pesquisar sobre a doença, as formas de contágio, sintomas, diagnóstico e tratamento.
Sistematização
Oriente aos alunos na leitura das tabelas e gráficos, para que possam perceber a ausência da coleta do lixo, limpeza dos quintais e cuidado com os animais abandonados pelas ruas da cidade, acarretam em aumento do número de casos da doença. Assim, por exemplo, leve-os a perceber que no Brasil, na doença visceral, houve 129 mortes no ano de 1.995, para 223 mortes em 2.005.
O Gráfico
Interpretação de texto sobre a Leishmaniose
Use uma aula inteira para discutir com a turma um texto sobre a Leishmaniose, empregando um questionário. Prepare os estudantes, iniciando uma discussão sobre a doença, e que problemas ela pode trazer para os seres humanos e formas de contaminação. Em seguida, leia cuidadosamente o texto com a sala, estimulando o uso de dicionário para sanar as dúvidas de vocabulário e explicando alguns conceitos que talvez os estudantes ainda não tenham trabalhado.
Trabalhando a competência Leitora e Escritora
Polêmica e sem cura, leishmaniose atinge a Grande SP
CÍNTIA MARCUCCI
da Revista da Folha
da Revista da Folha
A regra é clara: de acordo com o Ministério da Saúde, desde 1963, cães que apresentem exames soropositivos para leishmaniose visceral canina devem ser sacrificados. Mas nem todos veterinários vêem a eutanásia como melhor saída para o controle da zoonose e para evitar contaminação de humanos.
A polêmica fica ainda mais forte por conta de a leishmaniose ser uma doença que existe em outros locais do mundo, como Europa e Estados Unidos, e o Brasil ser o único país em que o sacrifício dos animais é obrigatório. "Na Espanha, onde a doença também é endêmica na variação canina, existem medicamentos e até ração desenvolvidos especificamente para os cães doentes, e o dono tem o direito de decidir se trata ou não o animal", diz o veterinário Fábio dos Santos Nogueira, que fez seu doutorado sobre a doença e não acredita que a eutanásia resolva o problema.
Para ser transmitida de um cão para outro ou para humanos, é preciso que o animal infectado seja picado pelo mosquito-palha, transmissor da doença. "Desde 97, foram sacrificados mais de 13 mil cães na região de Araçatuba e a doença não foi controlada. Quem gosta de cachorro substitui o cão sacrificado por outro, que fatalmente será infectado pelos mesmos mosquitos, e continuará o ciclo", explica Fábio.
Presente no país há mais de 80 anos, a leishmaniose chegou ao Estado de São Paulo somente em 98, na região de Araçatuba. Sem cura, a doença avança seguindo as malhas rodoviária e ferroviária do Estado. Por enquanto, não existem casos de cães infectados na capital, mas já há animais que contraíram o parasita em outros locais e vivem em São Paulo.
Em Cotia e Embu, vizinhas da capital, a leishmaniose canina já é endêmica. Segundo dados aproximados das vigilâncias em saúde e zoonoses de cada município, foram encontrados por volta de 30 casos em Embu e 26 em Cotia. Em ambas, ainda não há registros de contaminação humana, mas os donos de animais infectados são notificados sobre a recomendação da eutanásia. O cão é o hospedeiro, ou seja, ao picar um animal contaminado, o mosquito se contamina e passa a doença para o homem ou para outro cão.
Tratar os animais é possível, mas a droga mais eficaz é usada em humanos e proibida para utilização em cães. "A leishmaniose é um problema de saúde pública. O tratamento do cão pode selecionar os parasitas mais resistentes e fazer com que a medicação perca sua eficácia", aponta a veterinária doutoranda em saúde pública pela Unesp de Botucatu Juliana Giantomassi Machado, que vê a eutanásia como uma medida necessária para o controle.
"O tratamento não é para qualquer animal. É preciso disponibilidade de dinheiro e tempo do dono, pois, no início, o cão deve ser monitorado praticamente todos os dias. Depois do controle inicial, deve ser assistido de seis em seis meses pelo resto da vida", explica o veterinário do Hospital Veterinário da Anhembi Morumbi, Márcio Moreira. "Não sou contra a eutanásia, há casos em que é a melhor opção. Mas defendo o direito do dono, se tiver condições e quiser, de tratar o cão."
Diagnóstico preciso
Entre as questões que ficam antes de se decidir pela eutanásia está a precisão do diagnóstico. Os métodos usados pela rede pública e pelos centros de controle de zoonoses de cada cidade são testes feitos a partir de amostras de sangue e que indicam a presença de anticorpos para a leishmânia.
A veterinária Carla Berl, do Pet Care, que realiza exames para identificar a doença, diz que existem fatores que podem levar a um resultado falso -positivo ou negativo. "Se o cão foi infectado há pouco tempo, pode estar no período de incubação e o teste resultar negativo. Há outras doenças e a própria vacina existente hoje faz com que o resultado possa ser positivo erroneamente."
A vacina é outra polêmica. Aprovada pelo Ministério da Agricultura -que regula a medicação animal-, ainda não é recomendada como forma de prevenção pelo Ministério da Saúde. Sua aplicação só é permitida em áreas endêmicas, e os custos ainda são elevados para a população de baixa renda (R$ 80 a dose).
Existem testes que diferenciam o animal vacinado ou que tem outras doenças do infectado. Em vez da identificação do anticorpo, eles encontram o parasita em material que pode ser retirado da medula óssea do cão. Moradora de uma chácara entre Embu e Cotia, a professora de equitação Mariana Falcão Arantes, 33, decidiu imunizar seus animais assim que soube que a vacina estava liberada em Cotia. "Faço o que posso para que eles fiquem saudáveis. Eles sempre usaram coleiras repelentes. Tenho uma proteção a mais." Foi assim que os boxers Tica e Chorão, 1 ano e meio, a border collie Taiga, 1, o rottweiler Horus, 1, e os mestiços Brisa, 2, e Oliver, 5, ganharam mais uma vacina.
Mosquito vilão
Mesmo com visões diferentes sobre o destino dos animais, os veterinários concordam que é preciso fazer mais do que apenas sacrificar o cão. A ação deveria ser conjunta com a educação da população sobre as formas de prevenção e com o combate ao mosquito-palha, que carrega o parasita e infecta animais e humanos.
"Segundo pesquisadores, a eliminação de cães soropositivos não leva à comprovada diminuição da taxa de contaminação humana. Isso leva à conclusão de que somente a eutanásia, sem o controle do vetor, não é suficiente para impedir o alastramento da infecção", diz o professor da USP Carlos Eduardo Larsson.
Prevenção ainda é o melhor caminho para não cair no dilema do que fazer se o pet contrair a doença. Mesmo nos locais onde não há nem endemia nem o mosquito, manter as áreas externas limpas, sem matéria orgânica, e os canis telados são úteis para que os insetos fiquem à distância.
Combinar o uso da coleira e, quando possível, a vacina, é o conselho dos veterinários. Deve ser seguido especialmente por pessoas que vivem nas proximidades ou em áreas endêmicas e ganha um alerta a mais com a chegada das férias.
Além dos que saem da cidade e vão para sítios, chácaras e fazendas em cidades onde pode haver risco de contaminação, quem deixa o pet em hotéis deve redobrar a atenção. Com tantos cães juntos, fica impossível saber a origem de cada um e ninguém vai querer um parasita como lembrança da viagem.
Reportagem publicada em 11 de novembro de 2007 pela Revista da Folha
Questionário de interpretação
1- Como ocorre a transmissão da Leishmaniose?
R: O animal infectado tem que ser picado pelo Mosquito Palha, e ao picar o ser humano, o Mosquito transmite a doença para o mesmo.
2- Em qual país o uso da eutanásia canina é obrigatório?
R: Somente no Brasil.
Avaliação da Situação de Aprendizagem 5
Expectativas de Aprendizagem
A correção das atividades dessa sequência de aula é uma maneira de avaliar se os alunos são capazes de:
- Interpretar textos;
- Interpretar gráficos;
- Compreender a incidência da Leishmaniose;
- Reconhecer e valorizar os métodos de prevenção da doença;
Proposta para aplicação em Avaliação
Ø Elaboração do teatro para sensibilização dos alunos e da comunidade sobre o problema da Leishmaniose.
Ø Pode ser feita através de questões, mas fica a critério do professor.
Questionário para entrevista:
1- Seu quintal é limpo diariamente?
2- O cachorro e solto na rua para poder fazer suas necessidades/ Onde o animal faz as necessidades fisiológicas?
3- Seu animal tem contato com outros cachorros?
4- Você observou alguns sintomas em seu cachorro como: unhas compridas, queda de pelos, feridas nas extremidades do corpo?
5- Todas as vacinas do seu cachorro estão atualizadas?
sábado, 28 de setembro de 2013
Links para auxiliar no preparo das aulas de Ciências.
No site www.sobiologia.com.br encontre variedades de informações, vídeos e exercícios.
Quer diversificar suas aulas com vídeos e jogos? Acesse www.infopedagogica.com.br
Reflexão

“É do buscar e não do achar que nasce o que eu não sabia.”
Clarice Lispector
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Olá Colegas Ciência em ação.
Estou muito contente em participar dessa nova experiência profissional, e compartilhar isso com meus colegas cursistas.
O curso Formação de professores está me ajudando a ter uma outra visão , com os depoimentos de vários escritores mostrado durante o curso , a valorizarmos pequenas escritas independente da idade.As minhas experiências com a escrita e leitura nunca estiveram tão aguçadas como agora.
Espero que vcs gostem , não sei se publiquei o comentário no local adequado.
Abraço a todos!!!!!!!!!!!!!
Estou muito contente em participar dessa nova experiência profissional, e compartilhar isso com meus colegas cursistas.
O curso Formação de professores está me ajudando a ter uma outra visão , com os depoimentos de vários escritores mostrado durante o curso , a valorizarmos pequenas escritas independente da idade.As minhas experiências com a escrita e leitura nunca estiveram tão aguçadas como agora.
Espero que vcs gostem , não sei se publiquei o comentário no local adequado.
Abraço a todos!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Bem Vindos!
Olá amigo visitante!
Este blog tem por finalidade a interação entre os professores do Estado de São Paulo da Diretoria de Ensino de Adamantina, da área de Ciências, no Curso MGME da Secretária de Educação.
Este blog tem por finalidade a interação entre os professores do Estado de São Paulo da Diretoria de Ensino de Adamantina, da área de Ciências, no Curso MGME da Secretária de Educação.
Todos são muito bem vindos para juntos trocarmos experiência, enriquecendo o ensino aprendizado de nossos alunos.
A você que nos visitou muito obrigado e volte sempre!
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